
E então eu descobri que não gosto de fazer as coisas porque me pedem – quer dizer, eu já sabia, tive a confirmação.
Dessa vez a descoberta não foi como em nenhuma das outras. Ela não surgiu em minha mente, eu não fui induzida a encontrá-la, nada disso. Dessa vez, foi eu. Somente eu e o vento. O escuro, o desafio. Um [desafio] que eu não queria. Não, não e não. Eu não sabia por que deveria superá-lo e nem o motivo que me obrigava a encará-lo.
Eu sabia qual era minha vontade, e a partir daquele momento, sabia também que nunca faria algo cuja ordem de execução viesse de algum lugar que não fosse meu coração.
Seria uma briga entre razão e emoção?
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