
As folhas caiam tão levemente no chão, que parecia impossível não haver uma mão lá, as colocando gentilmente sobre a grama esverdeada e meio queimada pelo sol.
Eu não acreditava que realmente estava lá, e apesar dos lapsos de memória que me vinham, eu tentava imaginar o que havia feito de tão bom para merecer aquilo. Para merecer tamanha paz.
E então me bateu a saudade, me bateu a falta, e meu peito apertou. As lágrimas caíram rápido demais e eu já não pudia conte-las. Eu soube, rápido demais, que alguma coisa estava errada, que eu não poderia mais te ver. E me diga, do que adiantaria para mim um mundo tão lindo, se você não estiver comigo?
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